A área de recursos humanos sempre esteve presente no fluxograma hierárquico das empresas. Hoje em dia esse setor passa por um processo bastante importante, está imerso em um ambiente de oportunidades e desafios inéditos em suas funções. Inicialmente conhecido como departamento pessoal, esta área era vista como burocrática e lidava básicamente com questões administrativas como rodar folha de pagamento, mapear as férias dos funcionários e outras atividades repetitivas - para não dizer chatas.
Vivemos em um mercado extremamente acirrado onde a competição está presente em todos os locais, de ante deste quadro o RH passou a ser uma área estratégica da organização. O motivo é que as pessoas passaram a ser o diferencial competitivo das empresas, afinal de contas num mercado global apenas os melhores se sobressaem. Com esse pensamento os gestores precisam recrutar, selecionar, treinar e executar as atividades rotineiras dessa área de maneira mais eficiente, além disso precisão tornar-se parceiro do negócio prestando uma espécie de consultoria onde deve-se avaliar continuamente os valores humanos e os conduzir ao local onde eles agreguem mais valor a organização.
Segundo o especialista da Marshall School, Edward Lawler, o lógico seria combinar RH e estratégia corporativa numa nova unidade. Ele defende a idéia que o RH deve se concentrar em questões que afetam o modo como uma empresa funciona em nível muito fundamental e básico, ou seja, o departamento não deve apenas implementar as estratégias corporativas, mas sim participar efetivamente do processo de elaboração das mesmas.
Nota-se em várias empresas, inclusive brasileiras, esta mudança de concepção. É comum vermos a terceirização dos serviços burocráticos, por exemplo, a contratação de escritórios de contabilidade que ficam responsáveis pela parte legal para com os funcionários. O acompanhamento contínuo dos funcionários é outro fator relevante que proporciona melhores resultados para a empresa. Mas do que nunca faz-se necessário que as diretrizes do RH estejam alinhadas com a estratégia das empresas, esta área deixou de ser algo necessário para se tornar algo fundamental dentro das corporações.
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